terça-feira, agosto 23, 2011

O futebol

Coisa legal da profissão: vou aprendendo a ver o futebol menos com olhos de torcedor e mais com o olhar de um espectador. Acredite, é muito bacana.

Mas ainda me emociono com histórias do meu time.

Marcadores: ,

quarta-feira, dezembro 23, 2009

2009: um ano fodão!

Vi meu time ser campeão brasileiro pela primeira vez como torcedor e fã de futebol (em 87 e 92 não dava muita bola pra bola). O hexacampeonato foi uma das maiores emoções da minha vida, entre tantas que senti ao longo deste ano.

Me casei, descobri tardiamente que certas amizades não prestavam, perdi minha querida vó, reforcei algumas amizades muito bacanas, a empresa recém-lançada que me trouxe pra São Paulo se consolidou e pude fazer muitos trabalhos e coberturas bacanas. Sem dúvida, 2009 foi um ano fodão.

Com toda essa fodelança, 2009 também foi um ano exaustivo. Essas últimas semanas a minha barra de energia parece estar no fim e não há cogumelo ou poção de cura que resolva. Conto os dias, as horas e os minutos para poder descansar no tão aguardado recesso. E antes que o ano acabe ainda vem aí meu aniversário e o natal. Ufa.

Até lá, desejo antecipadamente um feliz natal e um próspero ano novo procês. Simbora pra 2010.

Marcadores: , , ,

terça-feira, março 03, 2009

?-4-?


Sempre gostei de esquemas táticos.

Adoro ler o que um técnico faz ou deixa de fazer, entender porque aquele grande jogador não foi bem e por aí vai. Isso me levou a pensar em ser técnico em algum momento da minha adolescência.

Com o tempo, desisti. Vicente Feola tinha razão: técnicos de futebol devem ter sido jogadores de futebol e sempre fui perna de pau. Aí, você consegue entender mais rápido porque o volante pode ser lateral e porque o lateral pode substituir o meia.

Vendo os jogos do Fluminense, dá para deduzir que René Simões não foi jogador. Conca e Thiago Neves não podem jogar na mesma faixa de campo, Leandro não sabe jogar no 4-4-2 e Diguinho é jogador para tabelar, não para ser o principal armador.

Enquanto isso, Cuca fez o que eu achava inevitável há meses: colocou Léo Moura no meio. O ex-lateral é leve, sabe lançar e fez muitas partidas atuando quase como um meia. Fora que deslocando sua posição para mais a frente é possível corrigir sua falta de vocação defensiva. Paralelamente a isso, Everthon Silva parece capaz de ser o zagueiro-lateral.

Não vi muitos jogos do Vasco. O Botafogo quer ser o genérico do São Paulo e até mesmo nas contratações tudo parece indicar essa tendência. Uma linha de três zagueiros - boa parte deles rápidos e não lentos como a zaga do Flamengo - e quatro segundo-volantes no meio se revezando no apoio. Um meia adiantado para o ataque (Maicossuel) e um centroavante jogando de pivô (Reinaldo). Pelo menos um dos laterais é um volante improvisado, tornando possível marcar melhor do que um lateral de ofício. O esquema ainda pode mudar para dois atacante fortes na frente - com Victor Simões - e um meia rápido apoiando junto com os dois laterais.

E se o Fluminense tiver um bom técnico pode ser o melhor futebol do torneio apesar da zaga lenta, mas isso se o 3-4-3 rubro-negro de Cuca não emplacar e, de qualquer jeito, o futebol-marcação do Botafogo é o mais bem treinado até aqui. Resta ao Vasco uma longa reestruturação, mas pode surpreender.

E a verdade é que só eu sou maluco para gostar desse tipo de coisa. O futebol em si é bem mais divertido.

Marcadores: , ,